À conversa com Marta Ferreira, formadora da We Create

29.3.13






Muito recentemente, tive o prazer de conhecer a Marta como formadora.

De imediato ficamos contagiados com a sua própria energia e alegria. Sonhadora, alcança o que poucos sonhadores conseguem, a concretização. Desde a vida profissional, à sua viagem de sonho. O importante é o foco no objectivo! Pedi-lhe que partilhasse aqui alguns dos seus segredos de auto-motivação e que explicasse melhor o que é o Coaching. Entre uma formação e outra, lá nos conseguimos organizar para este espaço de partilha em forma de entrevista. Vejam tudo trocado por miúdos aqui neste post. "Boa, boa?"



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Marta Ferreira é Coach e Formadora na We Create, onde trabalha com Daniel Sá Nogueira.

Desempenha igualmente um importante papel na formação 
de Coachs cá dentro e lá fora através de Mentoring. 



marta1Marta, és formadora, mentora e coach. Hoje em dia, qual é o papel que te dá mais prazer?
Sinceramente, gosto dos 3. Hoje em dia estou numa fase de passar mais tempo a dar formação, mas adoro o trabalho individual também. É-me muito difícil escolher e acho que escolho viver os 3 papéis mais por fases da minha vida. Nos últimos 2 anos estive muito dedicada ao coaching individual e hoje mais à formação e ao mentoring.


Assim de uma forma sucinta, queres explicar quando se deve procurar um coach e o que se pode esperar das consultas?
Deve-se procurar um Coach em qualquer altura e fase de vida. Desde que haja uma vontade de potenciar algo que já existe ou a mudar algo que não está como querem. Das sessões, pode-se esperar um foco grande em percebermos onde estamos, definirmos objetivos, pensarmos em soluções de como chegar lá e, acima de tudo, entrarmos em ação. Esta parte final (nomeadamente os tpc’s) fazem a diferença naquilo que é o coaching.


Qual é a missão da We Create?
Levar o desenvolvimento pessoal às massas, criar um mundo em que todos são coaches e, claro, ganhar o prémio Nobel da Paz.


Como consegues conjugar a tua carreira, com o cuidar de ti e o facto de seres mãe?
Com dificuldade em alguns momentos, mas acima de tudo, definindo prioridades. Há alturas em que o meu foco tem que ser o meu trabalho. Depois há alturas em que ser Mãe e dedicar-me à Eva é o mais importante e outras em que o foco sou eu. Confesso que não acredito que dá para fazer tudo ao mesmo tempo, mas dá para fazer tudo. Uma coisa de cada vez.


A que áreas da saúde dás mais atenção?
Exercício físico e alimentação.


Quais são os teus hábitos alimentares?
Tento comer proteína a todas as refeições, hidratos integrais só à hora de almoço e o pãozinho que faço de manhã. Bebo muita água (quase 3L/dia) e como muitos vegetais ricos em proteínas (leguminosas). De vez enquando, faço uma asneirita,  como o meu quadradinho de chocolate preto todos os dias.


Como começou a tua paixão pelo desporto? Queres falar sobre a modalidade que praticas ultimamente, o Cross Fit?
Fui obesa toda a minha adolescência e a paixão pelo exercício só surgiu quando fui trabalhar para o Holmes Place. Nunca mais parou. Adoro! É das poucas coisas que me faz desligar a cabeça e aumentar o meu nível de energia. É um tempo só para mim, que adoro ter! O crossfit é a minha última paixão! Foi o que mais me ensinou sobre superação, sobre fazer o que achávamos que era impossível, sobre, de facto, aprendermos que cada pequeno passo conta. É a modalidade que mais me obriga a dar passinhos muito pequenos e a construir o caminho do treino. Caso contrário, só desistindo. Amo de paixão e aconselho a todos os que gostam de trabalhar a sua mente e de treinos puxados a experimentar. A única coisa que não vale no crossfit é desistir e isso é uma mega metáfora para mim, digo muitas vezes a mim própria durante o treino: só não desistas, Marta! E só assim chego ao fim.


Como te disciplinas, encontras tempo e motivação para praticar exercício físico?
Com muito esforço. Principalmente porque viajo imenso e nem sempre é fácil conciliar. Motivo-me com passos pequenos e cada passinho que se dá é uma celebração. Hoje aprendi que dá para treinar em menos tempo e com pouco material. É só encontrar a solução certa para cada um de nós. É importante começar com algo que se goste mesmo (qualquer coisa) e a dar passinhos pequenos. Qualquer passo é uma vitória.


Qual seria a tua sugestão para os meus leitores mais preguiçosos mas que sabem que o desporto é importantíssimo para a manutenção da saúde e bem-estar?
Seria mesmo reforçar o que disse anteriormente: começar por uma modalidade que gostem e dar passinhos pequenos. Um dia de cada vez e um passo de cada vez.

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